IBJ Administração

IBJ Administração
Responsável:
Irmão Euler Pantoja
ÁREA MINISTERIAL DE ADMINISTRAÇÃO



Art. 1 – A Administração Geral atuará na área de serviço, oferecendo apoio operacional aos demais ministérios. Esse ministério de apoio utilizará as pessoas que possuem os dons da administração, auxílio e liderança.



1° – A administração geral será liderada pelo Coordenador, e em caso de vacância, por um dos Responsável: Irmão Euler Pantoja -ÁREA MINISTERIAL DE ADMINISTRAÇÃO -Art. 1 – A Administração Geral atuará na área de serviço, oferecendo apoio operacional aos demais ministérios. Esse ministério de apoio utilizará as pessoas que possuem os dons da administração, auxílio e liderança.

1° – A administração geral será liderada pelo Coordenador, e em caso de vacância, por um dos líderes de ministério sob sua coordenação, conforme indicação do Conselho de Obreiros.

2° – São atribuições do Coordenador da Administração Geral:

Decidir sobre admissão e demissão de pessoal;Decidir sobre a utilização do templo, suas dependências e bens por membros e/ou terceiros, mediante parecer do Líder do Ministério de Patrimônio, bem como realizar a sua fiscalização;Encaminhar ao conselho de Líderes levantamento de necessidades das áreas sob sua coordenação; Manter reuniões periódicas com as áreas sob a sua direção para planejamento, avaliação e execução de atividades.

Art. 2 – Compete ao Ministério de Zeladoria:

Manter organizado o claviculário com as chaves das dependências da IGREJA, orientando zeladores e vigilantes quanto aos momentos próprios para abri-las e fecha-las;Inspecionar e orientar as atividades de limpeza e conservação, manutenção e segurança das dependências da IGREJA;Fiscalizar os contratos de trabalho firmados;Manter sob controle o estoque de material necessário ao serviço de zeladoria, de modo a evitar atrasos ou desperdícios;

Art. 3 – Compete ao Ministério de Manutenção:

Inspecionar as condições das instalações elétricas e hidráulicas, providenciando as reparações, quando necessárias e conforme previsão orçamentária anual;Ter registro das épocas próprias para manutenção da subestação abaixadora de tensão, dos condicionadores de ar e outros equipamentos, providenciando tempestivamente a coleta de preços para realização da necessária manutenção;Controlar o inventário de bens móveis e imóveis da IGREJA, mantendo-os sob tombamento;Planejar obras de manutenção e construção do templo, equipamentos, mobílias, dentre outros, encaminhando seu levantamento para o Coordenador que o submeterá ao Conselho de Líderes e/ou à Assembleia;Coordenar os trabalhos de reforma e construção autorizados pelo Conselho de Líderes e/ou pela Assembleia;Executar despesas de pequeno vulto, conforme previsão orçamentária anual;Realizar cotação de preços, sempre que necessário, garantindo serviços de qualidade e menor dispêndio para a IGREJA;Propor a melhor utilização do espaço físico, encaminhando seu levantamento para o Coordenador que o submeterá ao Conselho de Líderes e/ou à Assembleia;Dar parecer sobre a utilização do templo e suas dependências, bem como da utilização de bens móveis em atividades que não sejam da IGREJA.

Art. 4 – Compete ao Ministério de Finanças:Elaborar o orçamento anual da IGREJA;Controlar as despesas orçadas, propondo alteração no orçamento, se necessário;Fiscalizar o trabalho da Tesouraria, orientando-a nos procedimentos necessários para cumprimento de suas tarefas;Dar apoio ao Conselho Fiscal que tem como responsabilidade, examinar os relatórios financeiros da Tesouraria, conferindo os lançamentos com os respectivos comprovantes, propondo sua aprovação ou não pela Assembleia;Acompanhar a escrituração contábil executada pelo profissional contratado pela IGREJA;Assessorar os ministérios, organizações e administração na programação de suas despesas mensais, de acordo com as previsões de receita;Realizar estudos econômico-financeiros sobre assuntos inerentes às finanças da IGREJA;Propor à Assembleia, anualmente, a alçada de competência do Conselho de Líderes para autorização de despesas.

Art. 5 – Compete ao Ministério de Decoração:

Embelezamento das dependências da IGREJA, através da decoração, ornamentação e jardinagem;Promoção de trabalho de conscientização entre os membros sobre a manutenção do patrimônio;Orientar a lavam, manutenção e troca de itens de decoração da IGREJA;Orientar a jardinagem e cuidado das plantas;Manter sob guarda e em local adequado os arranjos, flores e outros materiais de decoração da IGREJA;Executar as atividades que servirão de palco para as programações da IGREJA.líderes de ministério sob sua coordenação, conforme indicação do Conselho de Obreiros.

2° – São atribuições do Coordenador da Administração Geral:



Decidir sobre admissão e demissão de pessoal;

Decidir sobre a utilização do templo, suas dependências e bens por membros e/ou terceiros, mediante parecer do Líder do Ministério de Patrimônio, bem como realizar a sua fiscalização;

Encaminhar ao Conselho de Líderes levantamento de necessidades das áreas sob sua coordenação;

Manter reuniões periódicas com as áreas sob a sua direção para planejamento, avaliação e execução de atividades.


Art. 2 – Compete ao Ministério de Zeladoria:



Manter organizado o claviculário com as chaves das dependências da IGREJA, orientando zeladores e vigilantes quanto aos momentos próprios para abri-las e fecha-las;

Inspecionar e orientar as atividades de limpeza e conservação, manutenção e segurança das dependências da IGREJA;

Fiscalizar os contratos de trabalho firmados;

Manter sob controle o estoque de material necessário ao serviço de zeladoria, de modo a evitar atrasos ou desperdícios;


Art. 3 – Compete ao Ministério de Manutenção:



Inspecionar as condições das instalações elétricas e hidráulicas, providenciando as reparações, quando necessárias e conforme previsão orçamentária anual;

Ter registro das épocas próprias para manutenção da subestação abaixadora de tensão, dos condicionadores de ar e outros equipamentos, providenciando tempestivamente a coleta de preços para realização da necessária manutenção;

Controlar o inventário de bens móveis e imóveis da IGREJA, mantendo-os sob tombamento;

Planejar obras de manutenção e construção do templo, equipamentos, mobílias, dentre outros, encaminhando seu levantamento para o Coordenador que o submeterá ao Conselho de Líderes e/ou à Assembleia;

Coordenar os trabalhos de reforma e construção autorizados pelo Conselho de Líderes e/ou pela Assembleia;

Executar despesas de pequeno vulto, conforme previsão orçamentária anual;

Realizar cotação de preços, sempre que necessário, garantindo serviços de qualidade e menor dispêndio para a IGREJA;

Propor a melhor utilização do espaço físico, encaminhando seu levantamento para o Coordenador que o submeterá ao Conselho de Líderes e/ou à Assembleia;

Dar parecer sobre a utilização do templo e suas dependências, bem como da utilização de bens móveis em atividades que não sejam da IGREJA.


Art. 4 – Compete ao Ministério de Finanças:



Elaborar o orçamento anual da IGREJA;

Controlar as despesas orçadas, propondo alteração no orçamento, se necessário;

Fiscalizar o trabalho da Tesouraria, orientando-a nos procedimentos necessários para cumprimento de suas tarefas;

Dar apoio ao Conselho Fiscal que tem como responsabilidade, examinar os relatórios financeiros da Tesouraria, conferindo os lançamentos com os respectivos comprovantes, propondo sua aprovação ou não pela Assembleia;

Acompanhar a escrituração contábil executada pelo profissional contratado pela IGREJA;

Assessorar os ministérios, organizações e administração na programação de suas despesas mensais, de acordo com as previsões de receita;

Realizar estudos econômico-financeiros sobre assuntos inerentes às finanças da IGREJA;

Propor à Assembleia, anualmente, a alçada de competência do Conselho de Líderes para autorização de despesas.


Art. 5 – Compete ao Ministério de Decoração:



Embelezamento das dependências da IGREJA, através da decoração, ornamentação e jardinagem;

Promoção de trabalho de conscientização entre os membros sobre a manutenção do patrimônio;

Orientar a lavam, manutenção e troca de itens de decoração da IGREJA;

Orientar a jardinagem e cuidado das plantas;

Manter sob guarda e em local adequado os arranjos, flores e outros materiais de decoração da IGREJA;

Executar as atividades que servirão de palco para as programações da IGREJA.